Políticas públicas para preservação das florestas e da vida

O mês de junho foi marcado por uma tragédia em Portugal, um incêndio de grandes proporções provocou a morte de 64 pessoas. O fogo que se alastrou rapidamente foi provocado por ação humana. O incêndio devastou a área central de Portugal por quase uma semana....

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O mês de junho foi marcado por uma tragédia em Portugal, um incêndio de grandes proporções provocou a morte de 64 pessoas. O fogo que se alastrou rapidamente foi provocado por ação humana. O incêndio devastou a área central de Portugal por quase uma semana.

Esta não é a primeira notícia sobre incêndios florestais que acompanhamos. No Brasil, é muito comum presenciarmos florestas e áreas rurais serem destruídas tanto por ações naturais quanto por ações humanas, a última é mais comum. Para prevenir e evitar grandes destruições e mortes, o ideal é que os governos desenvolvam políticas públicas de combate a incêndios florestais.

Responsável pelas políticas públicas de combate a incêndio em todo território nacional, o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) é estrutura do Ibama. O setor é responsável por desenvolver atividades campanhas educativas, treinamento e capacitação de produtores rurais e brigadistas, monitoramento e pesquisa e analise dos focos de incêndios e suas causas. O Prevfogo abrange diversos órgãos públicos, como Defesa Civil, Corpos de Bombeiros, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério da Defesa, entre outros.

As políticas públicas de prevenção a incêndios nas florestas e em áreas rurais devem ser levadas a sério, já que o fogo é um dos grandes problemas ambientais do país. Apesar da gravidade, as ações ministradas pelo governo ainda são ínfimas e de curto prazo. É importante que que estas políticas e ações sejam a longo prazo, tornando florestas e espaços rurais em áreas resilientes aos incêndios.

Entre as maiores ocorrências de incêndios, 42% são intencionais, 56% negligência e apenas 2% são naturais, ou seja, causado por raios ou seca. Os dados são do relatório da Análise das Causas dos Incêndios Florestais. Esses índices demonstram o quanto é importante ações educativas para que trabalhadores rurais e pessoas que costumam acampar, não coloquem fogo em locais de fácil propagação. O plano de Políticas Públicas de Prevenção e Combate ao Incêndio também deve prever estas ações de treinamento e conscientização.

Riscos

Fazer uma fogueira, queimar alguma plantação ou, simplesmente, jogar um cigarro aceso no chão, pode torna-se uma grande dor de cabeça e colocar em risco muitas vidas. Isso porque a propagação do fogo é muito rápida e depende da direção e intensidade do vento, umidade e temperatura.

As chamas ainda podem ser aumentadas devido ao grau de secura e do tipo do terreno e o tempo para iniciar o combate ao fogo. Quanto mais rápido, menos destruição.

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